Nasce uma estrela

Nasce uma estrela

12/12/2019 217

Por: Rayane Maria Holanda Feitosa De Melo

 

Essas lindas luzes piscantes, quando observadas da Terra, parecem pontos brilhantes no céu, mas escondem muitos segredos e curiosidades. Ela já guiou navegantes, foi motivo de colheitas, desenhou signos.... mas você sabe como nasce uma estrela?

As estrelas são astros celestes encantadores que, desde a Antiguidade, despertam a curiosidade das pessoas. Mas o que muitos não sabem é que, assim como nós, elas nascem, crescem e morrem.

O nascimento de uma estrela ocorre nas nebulosas (imensas nuvens de gás compostas por Hélio e Hidrogênio).

Por causa da força gravitacional, as moléculas vão sendo atraídas umas pelas outras, ficando bem próximas, o que faz com que a nebulosa tenha uma redução de tamanho. A contração dos gases causa aumento na temperatura, que aumenta gradativamente. Quando a temperatura é alta o suficiente, essa enorme bola de gás começa a emitir luz e o hidrogênio começa a queimar. Esse processo é chamado de fusão nuclear e libera muita energia. Essa sequência de fenômenos caracteriza o início da vida de uma estrela.

O tempo que uma estrela viverá dependerá da sua massa. Quanto maior a massa, mais calor e luz ela liberará. Sua morte acontece quando já tiver queimado todo o combustível. Como essa queima origina elementos mais pesados, ela termina apenas quando passa a produzir ferro, que é um processo que consome energia. A partir de então, ela resfria e diminui drasticamente de tamanho, transformando-se completamente em ferro.

As supernovas são um segundo tipo de estrela que se origina após a morte de uma estrela.

 

Evolução da estrela

Esse fenômeno se caracteriza como evolução estrelar, que consiste na observação das transformações das estrelas durante seu ciclo de vida. Essa sequência de mudanças ocorre lentamente e pode levar bilhões de anos, portanto os estudos tem como base análises elaboradas com modelos de computadores.

A primeira etapa da evolução estrelar é o nascimento de uma estrela. Normalmente, esse fato ocorre numa região chamada berçário estrelar, onde há gigantescas nuvens moleculares formadas por gás e poeira. A ação da gravidade é responsável pela junção dos gases com a poeira, resultando na perda das partes mais densas da nuvem molecular.

Posteriormente, um pedaço dessa junção de gases com poeira ganha densidade e calor, tornando-se uma espécie de disco. Depois milhões de anos, esse disco atinge temperatura e densidade tão altas que seus átomos de hidrogênio se transformam em hélio. Essa etapa marca o início da fusão nuclear e o surgimento da estrela.

As fusões nucleares não são responsáveis pela mudança nas estruturas das estrelas. O hidrogênio é o principal “combustível” para as reações nesses corpos celestes, porém, quando ele acaba, o hélio passa a desempenhar a função, provocando a expansão e o aumento de energia no interior das estrelas. Com o núcleo bastante aquecido, elas aumentam o tamanho e ficam com luminosidade avermelhada, sendo conhecidas como gigante vermelha.

Em seguida, o tamanho será determinante para o destino dessas estrelas. Para aquelas com massa igual a do Sol, o fim do ciclo é a transformação em uma estrela anã branca, formada de carbono e oxigênio. Para os corpos celestes com tamanho maior ao do Sol, o fim do ciclo de vida pode ter dois finais diferentes: a explosão termonuclear da estrela pode ocasionar o surgimento de um buraco negro ou originar estrelas de nêutrons.

Conforme o combustível é consumido, a temperatura vai aumentando e a estrela sofre uma expansão. Nessa fase, ela é chamada de Gigante Vermelha.

 

As estrelas também tem um ciclo de vida, elas nascem, crescem e morrem.

O ciclo de vida das estrelas inicia-se com a junção de gases nas nebulosas e continua enquanto houver combustível a ser consumido no processo de fusão nuclear.

O tempo que a estrela irá viver vai depender de sua massa. Quanto maior a massa, mais calor e luz ela libera. Sua morte acontece quando já tiver queimado todo o combustível. Como essa queima origina elementos mais pesados, ela termina apenas quando passa a produzir ferro, que é um processo que consome energia. A partir de então, ela resfria e diminui drasticamente de tamanho, transformando-se completamente em ferro.

Com essa contração, as partículas que estavam na superfície da estrela vão a altíssimas velocidades em direção ao centro, quando se chocam com o núcleo e são ejetadas para o espaço, originando elementos mais pesados que o ferro. Os gases que são liberados no espaço dão origem a uma nova nebulosa, de onde podem surgir novas estrelas.

Se a massa da estrela for considerada pequena, cerca de um terço do Sol, ela vai virar uma estrela de nêutrons. Já se a massa for maior, ela se transformará em um buraco negro.

As novas estrelas foram descobertas graças a estudos feitos no observatório de Paris. Além de hidrogênio e hélio, uma quantidade significativa de carbono chamou a atenção nesses corpos celestes, o que pode colocá-las em uma nova categoria de estrelas. Para determinar a frequência dos elementos de forma precisa, os pesquisadores utilizam computadores que simulam as atmosferas estelares.

 

Fontes: https://www.todamateria.com.br/estrelas/

http://www.siteastronomia.com/estrela-gigante-vermelha

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/ciclo-vida-das-estrelas.htm

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-nascem-e-morrem-as-estrelas/

https://www.vestibular.com.br/dica/cientistas-descobrem-tres-novas-estrelas/

 

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